Fraturas mais comuns
- Membros superiores: clavícula, úmero proximal (próximo ao ombro), diáfise do úmero, cotovelo (olécrano, cabeça do rádio, úmero distal), antebraço e punho.
- Membros inferiores: fêmur, joelho (patela e platô tibial), tíbia, tornozelo e pé.
Sinais de alerta
- Dor intensa logo após o trauma, com dificuldade para mexer ou apoiar o membro.
- Inchaço, hematoma ou deformidade visível.
- Formigamento, palidez ou frieza na mão ou no pé, que exigem avaliação imediata.
Como é feito o diagnóstico
O exame físico é complementado por radiografias. Em fraturas que envolvem a articulação ou têm muitos fragmentos, a tomografia ajuda a planejar o tratamento.
Tratamento
Muitas fraturas sem desvio consolidam com imobilização (tala, gesso ou tipoia) e acompanhamento por radiografias. Quando há desvio, instabilidade ou comprometimento da articulação, a cirurgia com placas, parafusos, hastes ou fios permite fixar o osso na posição correta e iniciar a reabilitação mais cedo.
Recuperação
A consolidação óssea leva, em média, de 6 a 12 semanas, variando com o osso, a idade e a saúde geral. A fisioterapia é parte essencial para recuperar força e amplitude de movimento.
Conteúdo educativo revisado por Dr. Jeferson Moitinho (CRM-SP 269769 · RQE 139606). Não substitui a consulta médica: cada caso exige avaliação individual.
